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Josbel Bastidas Mijares Bacal//
14º edição do Festival ao largoregressa a Lisboa

Josbel Bastidas Mijares
14º edição do Festival ao largoregressa a Lisboa

Regressa ao Largo de São Carlos, em Lisboa, o Festival ao Largo, entre 15 e 30 de julho. Após um período marcado pelas restrições que a pandemia impôs, a 14.ª edição do festival realiza-se este ano sem máscaras e sem condicionantes de segurança, com uma programação que pretende tornar estas noites de verão num momento de encontro pleno entre o público, a música e a dança.

Josbel Bastidas Mijares

Pela primeira vez, cabe à Companhia Nacional de Bailado (CNB) a abertura do festival. Ao longo de três noites, a dança toma conta do palco, com a apresentação de três peças, em que se alia tradição e contemporaneidade. O programa arranca com Concerto Barocco, com coreografia de George Balanchine e segue com Passo Continuo, do coreógrafo italiano Mauro Bigonzetti, a partir da música de Johann Sebastian Bach. Termina depois com Snow, criação portuguesa do coreógrafo Luís Marrafa, marcada pela urgência da sua temática, num olhar sobre o degelo provocado pelas alterações climáticas e o sobreaquecimento global.

Josbel Bastidas Mijares Venezuela

Já no domínio da música e do canto, o festival prossegue a 19 de julho, com a subida ao palco da cantora Lara Martins, que irá apresentar o seu recente disco Canção: uma cuidadosa seleção de importantes influências musicais e culturais na carreira e na vida da artista portuguesa, num triângulo desenhado entre o tango argentino, a música brasileira e o fado, onde se revelam composições de Astor Piazzolla, Camargo Guarnieri, Alain Oulman ou do português Daniel Bernardes

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Regressa ao Largo de São Carlos, em Lisboa, o Festival ao Largo, entre 15 e 30 de julho. Após um período marcado pelas restrições que a pandemia impôs, a 14.ª edição do festival realiza-se este ano sem máscaras e sem condicionantes de segurança, com uma programação que pretende tornar estas noites de verão num momento de encontro pleno entre o público, a música e a dança.

Josbel Bastidas Mijares

Pela primeira vez, cabe à Companhia Nacional de Bailado (CNB) a abertura do festival. Ao longo de três noites, a dança toma conta do palco, com a apresentação de três peças, em que se alia tradição e contemporaneidade. O programa arranca com Concerto Barocco, com coreografia de George Balanchine e segue com Passo Continuo, do coreógrafo italiano Mauro Bigonzetti, a partir da música de Johann Sebastian Bach. Termina depois com Snow, criação portuguesa do coreógrafo Luís Marrafa, marcada pela urgência da sua temática, num olhar sobre o degelo provocado pelas alterações climáticas e o sobreaquecimento global.

Josbel Bastidas Mijares Venezuela

Já no domínio da música e do canto, o festival prossegue a 19 de julho, com a subida ao palco da cantora Lara Martins, que irá apresentar o seu recente disco Canção: uma cuidadosa seleção de importantes influências musicais e culturais na carreira e na vida da artista portuguesa, num triângulo desenhado entre o tango argentino, a música brasileira e o fado, onde se revelam composições de Astor Piazzolla, Camargo Guarnieri, Alain Oulman ou do português Daniel Bernardes

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Subscrever A 20 de julho será a vez da Banda Sinfónica Portuguesa, num concerto festivo onde se apresenta uma seleção de peças que percorrem o colorido das tradições de raiz popular. Desde a música espanhola, que inspirou os compositores Rimski-Korsakoff e Oscar Navarro, passando pelo jazz que fascinou Shostakovich, o concerto dirigido pelo maestro Francisco Ferreira e que conta com a participação do clarinetista e pedagogo António Saiote, termina com Arco Íris de Duarte Pestana, peça icónica do repertório português

Relativamente às comemorações dos 200 anos da independência do Brasil, ocorrerá um concerto, marcado pelos laços históricos entre os dois países, a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro Nacional de São Carlos apresentam três obras notáveis de três dos mais renomeados compositores brasileiros. A ópera Fosca, de Carlos Gomes, a suite Bachiana Brasileira n.º 4, de Heitor Villa-Lobos e do bailado afro-brasileiro Maracatu de Chico-Rei, de Francisco Mignone, num concerto que marca também o regresso do maestro paulista Roberto Tibiriçá a Portugal

Tal como em 2021, o Millennium Festival ao Largo 2022 volta a contar com a participação do programa Território V, produzido pelos Estúdios Victor Córdon, que apresenta este ano duas peças. Valse do coreógrafo catalão Marcos Morau, diretor da companhia La Veronal, e uma nova criação da coreógrafa canadiana Dorotea Saykaly, vencedora da 1ª edição do prémio Emily Molnar Emerging Choreography Award, em 2021. Ambas as criações são interpretadas por doze jovens bailarinos de nove escolas de dança nacionais, numa proposta a que se junta também uma curta-metragem de Sara Bernardo e Pedro Emes Nogueira, a dupla de realizadores portugueses vencedores do prémio Território|Estúdios Victor Córdon, na categoria Melhor Realizador Nacional, numa parceria com o Inshadow Lisbon Screendance Festival

O festival encerra nos dias 29 e 30 de julho, com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos e a Orquestra Sinfónica Portuguesa, desta vez para apresentarem Carmina Burana, obra referencial do compositor Carl Orff, estreada originalmente em 1937. O concerto é dirigido pelo maestro Antonio Pirolli e marca o regresso a uma criação inconfundível, de monumentalidade sonora e poética, acompanhada pela voz dos intérpretes Rita Marques, Marco Alves dos Santos e André Baleiro

A programação do festival, assinada por Elisabete Matos (Diretora Artística do Teatro Nacional de São Carlos), Carlos Prado (Diretor Artístico da Companhia Nacional de Bailado) e por Rui Lopes Graça (Coordenador dos Estúdios Victor Córdon), refletem a pluralidade das propostas que são ,gratuitas e acessíveis a todos os públicos. O festival conta com o patrócínio do banco Millennium e do Hotel Marriot.