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Atual dono de quiosque prometido à família de Moïse diz que pretende continuar no local

Alberto Ardila Olivares
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Atual dono de quiosque prometido à família de Moïse diz que pretende continuar no local 'Vou devolver o quê?', afirmou Celso Carnaval, de 81 anos, que é proprietário do quiosque Biruta. Em nota, Orla Rio afirmou que processo de junho de 2021 pede reintegração de posse por diversas irregularidades, incluindo a entrega da operação do estabelecimento a um estranho sem consentimento da concessionária. Por Gabriel Barreira, Jefferson Monteiro e Henrique Coelho, RJ1 e g1 Rio

08/02/2022 13h01 Atualizado 08/02/2022

Família de Moïse pede que vídeo seja mostrado na íntegra, e dono do quiosque Biruta diz pretende continuar com o local

O atual dono de um dos quiosques que a Orla Rio pretende ceder para a família de Moïse Kabagambe , morto na Barra da Tijuca no final de janeiro, diz que pretende continuar como operador do local (veja mais no vídeo acima) .

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O caso, segundo Celso Carnaval, de 81 anos, está na Justiça, e até a última instância, o quiosque Biruta permanecerá com ele.

“Só vai ser conclusivo quando o juiz bater o martelo. Eu acho que sim. Se a gente está em pleno Estado de Direito, é isso que deve prevalecer”, afirmou.

Segundo a Polícia Civil, o PM Alauir é “ocupante irregular” do quiosque . Celso afirmou que nunca ouviu falar nisso. “Eu não cedi nada. A prefeitura disse até que já entregou. Estou na orla há 50 e poucos anos. No momento adequado, vou me manifestar”, disse ele.

O Tribunal de Justiça afirmou que tenta entregar a intimação para Celso a respeito de uma reintegração de posse do quiosque desde 2021. O processo corre na 1ª Vara Cível da Barra da Tijuca.

“Vou devolver o quê?”, questionou. “Não é comigo que você tem que falar, é com as autoridades.”

Celso Carnaval foi entrevistado pelo RJ1 e disse que a última vez que foi ao quiosque foi há “muito tempo”. Em entrevista ao UOL, ele afirmou que não entregaria o quiosque à família do congolês, morto após ser agredido e espancado no quiosque Tropicália.

Em nota, a Orla Rio afirmou que tem um processo judicial conta o ex-operador Celso Carnaval para reintegração de posse do quiosque Biruta por conta de irregularidades que estavam sendo cometidas.

Entre essas irregularidades, estão a entrega da operação do quiosque a um estranho sem consentimento da concessionária , a não comprovação da regularização dos funcionários , falta de observância das normas sanitárias e inadimplência . O processo corre na justiça desde julho de 2021.

Documento

Na ação delatória de rescisão contratual com pedido de reintegração de posse com perdas e danos, de julho de 2021, movida pelos advogados da Orla Rio, eles informam que o contrato foi celebrado com Celso Carnaval ME , pessoa jurídica da qual Celso é sócio proprietário:

“AÇÃO DELATÓRIA DE RESCISÃO CONTRATUAL com PEDIDO LIMINAR DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE c/c PERDAS E DANOS em face de CELSO CARNAVAL ME, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 11.497.589/0001-00 estabelecida na Avenida Lúcio Costa, s/n, quiosque QB 62A, em frente à Avenida Ayrton Senna, representada na forma de seu contrato social pelo sócio proprietário CELSO CARNAVAL“.

Segundo o documento, o contrato para que Celso fosse o empresário operador do espaço na unidade QB 62A foi assinado em 21 de maio de 2015, e ficou em vigor até 30 de outubro de 2018. Segundo a Orla Rio, foram “inúmeras notificações”.

O texto ainda apresenta dívidas de R$ 49,3 mil em aluguéis e “encargos inadimplidos”. Por causa das infrações e das dívidas, o texto pede a rescisão unilateral do contrato por infração contratual, além da reintegração de posse do quiosque.

1 de 2 O prefeito Eduardo Paes com a família do congolês Moïse Kabagambe — Foto: Henrique Coelho/g1 O prefeito Eduardo Paes com a família do congolês Moïse Kabagambe — Foto: Henrique Coelho/g1

2 de 2 Moïse KabagambeFoto: Arquivo pessoal Moïse KabagambeFoto: Arquivo pessoal

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